A Vida Nas mãos de quem ama um LIVRO
A feira está chegando....
e ELA chega sempre junto com a Primavera...
A FEIRA DO LIVRO vai começar...
E o perfume dos livros já estão invadindo a nossa praça...
As letras e as palavras estão se misturando as flores e folhas dos ipês roxos,
As histórias se sentarão nos bancos...
Páginas e páginas passearão de mãos dadas pela praça...
Quantos heróis, vilões e mocinhas vagarão pelos estandes,
Não tenho idéia de quantos seres vivem nesta praça de tantas e tantas “feiras de livros”...
È como se houvesse um OUTRO mundo dentro do nosso...
E que maravilhoso poder viver pertinho dela,
porque podemos nos misturar a estes outros seres
através de nossos olhos, sentidos e imaginação...
todos os anos...
Ao folhearmos um livro invadimos uma outra vida e
através dela podemos viver as histórias que não podemos viver neste nosso mundo.
Podemos escolher o que queremos sonhar e viver...
Ler é uma forma de sonhar e viver acordado ao mesmo tempo....
Podemos viver em tantas épocas e viver tantos papéis...
Que bom que existem os escritores e os poetas...
eles nos ajudam a viver muitas VIDAS em uma só...
4 comentários:
seu blog é lindo! é uma paleta de cores...com palavras, desde o tom da página, aos poemas e ao artesanato...adoro livros e o seu blog é um livro que se frui num sopro. tenho um blog, sou portugues...mas não tenho padaria não!!! tou escrevendo um romance pode consultar meu blog: bento-vai-pra-dentro-bento.blogspot.com
Domingo, 19 de Outubro de 2008
O LIVRO DOS LIVROS
Acalmem-se as hostes!! A partir das próximas semanas vamos levantar a ponta do véu...vamos apresentar alguns excertos de capítulos de um novo livro de crítica social que, em breve, pretende ser companhia assídua dos leitores. Sem a verve demencial de Ezra ou a garatuja claustrofóbica de Kafka, com ou sem subsídios da Gulbenkian, não pretendemos pôr professores a cantar "O Malhão" ou "Esta vida de marinheiro"...a nau já anda à deriva à muito tempo, o cabrestante está inutilizado e o Homem do Leme já não apresenta o vigor de outrora... também não pretendemos enterrar o Dantas nem tecer loas ao Almada nem realçar as qualidades arquitectónicas do Seixal...nem, tão pouco, elaborar estudos sociológicos ou esgotar edições em busca de milhares de euros que, com a queda dos mercados e o "preço" da inflação passaram, num ápice, de vil metal à fórmula química do latão... Pretendemos, isso sim, munidos de humor cáustico e ironia fina abanar as consciências, despertar os distraídos e avisar os incautos: novos ventos da literatura se aproximam! À boleia de um escrita...diferente... o enredo desenvolve-se num bairro típico lisboeta e espelha os sonhos, desejos e ambições de um grupo de jovens que atravesam a fase mais quente do vinte e cinco de abril até aos nossos dias encontrando-se num jantar, trinta anos mais tarde, para recordar e ver a que grau de evolução tinham chegado. A fuga da Caverna, em busca de uma realidade diferente das sombras difusas a que tinham acesso, fôra o seu objectivo de vida, mas seria a realidade assim tão diferente das sombras? Cabe ao leitor decidir quando chegar ao fim da obra... Até lá, regozije-se com o texto de hoje construído com títulos de livros...mal não faz...é indolor e, quanto mais não seja, serve para renovar o seu guarda roupa literário...
Por alturas do século XIX, lá na terra dos meus pais, era costume fazer Serões na Aldeia...havia duas meninas que eram As Pupilas do Senhor Reitor a quem ele contava sempre uma história antes de deitar...Ele tinha-lhes mostrado a diferença entre A Cidade e as Serras depois de Vinte Horas de Liteira para lá chegar. Normalmente, faziam muitas perguntas, mas não sendo o padre versado em temática feminina precisaria de Vinte e quatro horas na vida de uma mulher para responder...Encontrava-se isolado na aldeia qual General no seu labirinto tendo, por companhia, O velho que lia romances de amor e recebia, semanalmente, as cartas pel' O carteiro. Invariavelmente recebia Notícias da cidade silvestre mas, outras vezes, Trovas do vento que passa. De Manhã submersa tomava o pequeno almoço que era a sua Alegria breve para esquecer o seu Amor de perdição, numa determinada altura, tinha-se apaixonado e sentira Amor nos tempos de Cólera e, para evitar a Crónica de uma morte anunciada, tinha-se refugiado na montanha onde escrevia O livro do riso e do esquecimento. As meninas gostaram da história e deram-lhe uma flor que ele guardou como A relíquia...e ele, num gesto políticamente incorrecto, fumou um Português suave e ficou a meditar n' A Insustentável leveza do ser...
Seu blog é muito bonito, mas tem que actualizar...botar mais textos...tou escrevendo um livro...meu blog é para preparar o publico para o livro...por falar em livros...já leu luis sepulveda?
Sepúlveda é muito bom, tem um novo livro em Portugal, os textos dele são autêntica prosa poética...
mas agora vou te deixar um poema meu, de meu blog sobre... A Lua...
Sábado, 1 de Novembro de 2008
MOMENTO POÉTICO
LUA (R)
Um barco à vela que não revela
os segredos misteriosos que a lua encobre.
Um rio de àgua que, cheio de mágoa,
reflecte a lua dos seus mistérios.
Um amor de poeta que um verso pateta
teima em espalhar os seus segredos.
Um adeus triste, porque uma vela embarca
nos segredos misteriosos de uma lua em cobre...
By Luís Bento
gostou do poema? àmanhã vou publicar outro tipos de textos...mais cómicos...
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